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Transtornos alimentaresObesidade e saúde mental: o que a psiquiatria tem a ver com isso
Dr. Bruno Rocha · Médico psiquiatra · CRM-TO 7252
Se resolver a relação com a comida fosse uma questão de disciplina, dieta funcionaria pra todo mundo. Não funciona porque, na maioria dos casos, o comportamento alimentar carrega camadas que nenhum cardápio alcança: ansiedade, recompensa, controle, punição, anestesia emocional.
O que está por baixo do comportamento alimentar
Comer deixou de ser prazer e virou resposta automática ao estresse. Episódios de compulsão seguidos de culpa. Comida como único momento de alívio do dia. Restrição rígida que sempre termina em exagero. Esses padrões têm nome, têm mecanismo e têm tratamento, e se repetem em pessoas de todos os pesos.
O papel do psiquiatra
Como psiquiatra e membro da ABESO, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica, atuo na dimensão que sustenta o comportamento: avaliação de compulsão alimentar, ansiedade, depressão e outros quadros que se misturam ao peso, com suporte medicamentoso quando indicado e sempre com critérios claros. Não como último recurso depois que tudo falhou, mas como parte central de um cuidado completo.
Trabalho em rede
Obesidade e transtornos alimentares pedem cuidado multidisciplinar. Trabalho em conjunto com nutricionistas, endocrinologistas e outros profissionais, porque nenhuma especialidade resolve sozinha o que é, por natureza, um quadro de várias dimensões. Aqui você não vai ouvir "é só fechar a boca".
Onde começar
Uma avaliação que olhe pra sua história com a comida sem julgamento. Atendo em Araguaína, no Instituto NutroCore às quartas, e online pra todo o Brasil.
Se você se reconheceu neste artigo, o próximo passo é uma conversa.
Consultas de até 1h30, presenciais em Araguaína ou online pra todo o Brasil. Atende planos de saúde.
Quero agendar uma avaliaçãoEste conteúdo tem caráter educativo e não substitui uma consulta médica. Cada caso exige avaliação individual.